Condomínio Centro Empresarial Business Tower

Av. Sete de Setembro, 4923 – Sala 301
Batel, Curitiba – PR, 80240-000

Psiquiatra em Curitiba

Dra. Carolina Froehner

CRM 21058 – RQE 14163-22697

Saúde mental,
do tratamento
ao bem-estar.

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Nossa Abordagem para a Sua Saúde Mental

Utilizamos as mais recentes pesquisas e práticas clínicas para garantir a eficácia do seu tratamento.

Tratamentos, Psiquiatra em Curitiba

Ilustração de um cérebro representando o tratamento da esquizofrenia.

Esquizofrenia

Tratamento especializado para o controle de alucinações, delírios e pensamentos desorganizados. Nesse sentido, nosso foco é a estabilização clínica e a reintegração social através de abordagens medicamentosas e terapias psicossociais modernas. Dessa forma, visamos garantir a autonomia e a qualidade de vida do paciente.

Ilustração de um cérebro representando a insônia.

Insônia

Dificuldade para pegar no sono ou despertares frequentes? Na verdade, a insônia impacta diretamente sua energia e humor diurnos. Por isso, investigamos as causas biológicas e psicológicas do seu despertar. Assim, conseguimos restaurar um sono reparador e devolver a produtividade ao seu dia a dia.

Ilustração de um cérebro representando a ansiedade.

Ansiedade

Preocupação excessiva e o medo constante não precisam fazer parte da sua rotina. Portanto, tratamos TAG, Síndrome do Pânico e fobias com um plano personalizado que combina psicoterapia e suporte clínico. Além disso, oferecemos o acompanhamento necessário para você retomar o controle das suas emoções e atividades diárias.

Ilustração de um cérebro representando o transtorno obsessivo-compulsivo.

TOC

Rituais repetitivos e pensamentos intrusivos geram um ciclo de angústia difícil de romper. Para isso, utilizamos a Terapia de Exposição e Prevenção de Resposta (EPR) e suporte medicamentoso. Dessa maneira, reduzimos a ansiedade para libertar você das compulsões que consomem seu tempo e energia.

Ilustração de um cérebro representando o transtorno bipolar.

Transtorno Bipolar

Oferecemos equilíbrio para as oscilações intensas entre euforia (mania) e tristeza profunda. Por conseguinte, o tratamento foca na estabilização do humor e na regulação dos ritmos sociais. Como resultado, prevenimos recaídas e permitimos uma vida estável, produtiva e com relacionamentos saudáveis.

Ilustração de um cérebro representando a dependência química

Dependência Química

Um olhar humano e científico para o tratamento do uso compulsivo de substâncias. Dessa forma, atuamos no controle da abstinência, redução da fissura e suporte psicológico contínuo. Além disso, envolvemos a família em um processo de reabilitação e reintegração social duradoura.

Blog, Psiquiatra em Curitiba

Imagem ilustrativa de um armário gaveteiro com várias gavetas abertas e com vários fichários de arquivos aparentes
Dúvidas Frequentes
Dra. Carolina Froehner

Por que o diagnóstico psiquiátrico pode mudar ao longo do tempo?

Receber um diagnóstico e, meses ou anos depois, ouvir que ele precisa ser reconsiderado pode gerar dúvidas. Mas, na psiquiatria, compreender a evolução dos sintomas pode ser tão importante quanto identificá-los.

Imagine procurar atendimento por tristeza persistente, perda de interesse, alterações do sono e dificuldade de concentração. Após uma avaliação, esses sintomas são compreendidos como parte de um episódio depressivo.

Algum tempo depois, surgem informações que não estavam presentes ou não haviam sido identificadas na avaliação inicial. O médico reconsidera o diagnóstico, investiga outras possibilidades e, eventualmente, modifica o tratamento.

Isso significa que o primeiro diagnóstico estava errado?

Não necessariamente…

Continua...
Imagem ilustrativa de uma pessoa em ambiente urbano para o artigo sobre TDAH e risco de demência.
Dúvidas Frequentes
Dra. Carolina Froehner

TDAH aumenta o risco de demência? O que uma nova pesquisa realmente mostra

O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) costuma ser associado à infância, à dificuldade de concentração e à impulsividade. Mas seus efeitos podem acompanhar uma pessoa durante toda a vida, inclusive na velhice.

Uma questão que vem despertando interesse dos pesquisadores é se pessoas com TDAH apresentam maior risco de desenvolver problemas cognitivos com o envelhecimento, incluindo demência.

Em 7 de outubro de 2026, um estudo publicado no JAMA Psychiatry trouxe novos dados para essa discussão. A pesquisa acompanhou informações de mais de 187 mil adultos e encontrou uma associação entre TDAH e maior ocorrência de comprometimento cognitivo.
O resultado merece atenção. Mas também exige uma distinção importante: encontrar um risco aumentado não significa demonstrar que o TDAH causa demência.

Continua...